Quando se fala em perda de peso, logo as pessoas associam com inúmeros cortes na alimentação, com uma dieta restritiva, com sofrimento.

Mudar os hábitos não é sofrido, pelo contrário, pode ser muito gratificante.

Durante o processo de orientação alimentar, vários pontos são trabalhados, dentre eles o fator “saciedade”, e sob vários aspectos:

  • para as pessoas que não tem rotina, não fazem café da manhã, ficam horas sem comer, o início de tudo pode ser justamente uma melhor definição de horários. Por incrível que pareça ajuda não somente na alimentação, mas também na administração das várias tarefas do dia.
  • há nutrientes, alimentos que proporcionam mais saciedade.
  • observar a si mesmo… e ouvir a si mesmo. Essa é a grande dificuldade. É preciso perceber as próprias emoções. Dessa maneira, pode se distinguir se aquela vontade de comer está mesmo relacionada com fome. Ou será que acabou de almoçar (a princípio estaria saciado) e vai beliscar por gula? Muitas pessoas atribuem essas “beliscadas” à ansiedade, ao stress. Será que nesse caso, não seria melhor parar, pensar, “dar nome” ao que está te incomondando e resolver isso de uma forma mais eficiente?

Discutiu com alguém, foi advertido pelo chefe, o trânsito está terrível, os filhos não fizeram a tarefa escolar…a comida realmente não é a solução. Há soluções práticas para cada caso.

A comida, o chocolate, o pacote de biscoito podem até “confortar” naquele momento específico, mas não resolverão problema algum.

Por outro lado, vale dizer que normalmente as grandes restrições e proibicões são justamente o motivo de reganho de peso. Por isso preconizamos tanto o equilíbrio, o comer de forma mais responsável.