MÊS DA MULHER – Vamos refletir sobre a fertilidade? Como a alimentação pode ajudar.

Antes disso  uma pergunta: é possível construir uma casa num terreno mal preparado?  Possível é,  mas não é adequado. Há uma grande chance de não dar certo e de se construir algo bem frágil.

Vamos usar essa reflexão para a fertilidade. Simples assim, um organismo bem nutrido (tal qual um terreno bem preparado) tem maiores e melhores chances de conceber e de dar suporte aos primeiros passos da gestação.

Ainda assim há muitas mulheres que não dão prioridade e atenção ao que comem. Uma boa alimentação pode propiciar uma boa nutrição a nível celular, e isso é muito importante. Pode favorecer a nutrição do ovúlo fertilizado e o adequado desenvolvimento do que vai ser a nova casa do bebê, o ambiente intrauterino. Estamos falando do endométrio, da placenta e das várias modificações fisiológicas que se seguem para receber e desenvolver o embrião.

A deficiência de vitaminas e minerais, uma possível falta ou excesso do consumo de gorduras, o desequilíbrio no consumo de nutrientes em função de dietas restritivas para emagrecer, o excesso de gordura corporal, podem ser prejudiciais a quem deseja engravidar.

É preciso favorecer o aporte e o equilíbrio de nutrientes, seja daqueles que são a base da nossa alimentação (proteínas, carboidratos e gorduras), seja das vitaminas e minerais, que exigem quantidades mínimas diárias (precisamos de mg ou mcg), mas que nem por isso são adequadamente consumidos, muito pelo contrário, normalmente observamos deficiências.

Atenção também à boa utilização de tudo isso pelo nosso corpo. Não basta apenas consumir, é preciso garantir uma boa absorção, para que tudo seja bem aproveitado pelo  organismo.

Então vamos lá, a boa alimentação,  sem excessos e sem faltas, e a busca do peso saudável, são um dos primeiros movimentos no sentido de engravidar.